• Andréa Rodrigues

Motus Talk discute soluções para o handebol brasileiro


Evento aconteceu em São Paulo e fez reflexões sobre os problemas na modalidade e como todos podem estar #juntospelohandebol


O evento Motus Talk, que aconteceu em São Paulo no sábado (24/mar), trouxe reflexões importantes sobre os problemas enfrentados pelo handebol brasileiro. Foi o primeiro ciclo de palestras promovido pelo Motus handebol Club, um clube amador de handebol e que procura atuar de forma profissional com a gestão esportiva. Entre as discussões, ciência e tecnologia aplicada à modalidade, projetos sociais, psicologia esportiva, marketing esportivo e mídias do handebol. O tema do encontro foi #juntospelohandebol.

O debate Contexto Atual do Handebol, com a participação do professor e autor do livro Teoria e Prática do Mini-Handbol Diego Melo, do atleta do Esporte Clube Pinheiros Diogo Hubner, do técnico da Hebraica Guilherme Borin, o goleiro do São Caetano Roney Franzini, com a mediação do jornalista Matheus Cobucci, da ESPN, teve muita participação da plateia.


Foram muitos os questionamentos e todos foram unânimes em apontar a falta de planejamento por parte de quem faz a gestão da modalidade com um dos maiores problemas para que o handebol receba mais investimentos. “Falta muita divulgação. Hoje você colocaria seu dinheiro no handebol?”, perguntou Diogo Hubner.


Guilherme Borim levantou a polêmica das Ligas, que atuam em paralelo às Federações. Ele lembrou que muitas equipes precisam delas para poderem disputar campeonatos, ou porque não têm dinheiro para participar de uma competição estadual, ou porque não têm o mesmo nível técnico que clubes maiores. “Poucos de nós tiveram acesso ao handebol com informação maior, ainda é muito escolar”, disse.


Diego Melo falou sobre como é importante estimular a base, a formação escolar. Ele que estuda o mini-handebol, acredita que o caminho para obter jogadores mais habilidosos e fazer com que o handebol seja mais conhecido no Brasil é investir na implantação de projetos de formação dentro das escolas.


O goleiro Roney Franzini fez coro e perguntou: “Quantos Einstein são analfabetos? Quantos Karabatic não pararam (de jogar)?”, falou, fazendo referência ao ídolo do handebol francês.


A Tchê Esportes foi convidada a apresentar o painel Divulgando o Esporte: Mídias do Handebol, onde mostrou o modelo de produção e gestão de conteúdos sobre a modalidade, as dificuldades enfrentadas para a cobertura diária do esporte que é praticado de norte a sul do País.


FOTOS DO EVENTO

#noticias #handebolnacional #motus

0 visualização