• Andréa Rodrigues

Alegria e admiração em encontro de Camaronesas com crianças do MiniHand


Seleção Feminina de Handebol de Camarões visitou projeto em escola da periferia de São Paulo


Olhos brilhando, sorriso largo e muita alegria estampada em cada rosto das crianças do projeto MiniHand, no núcleo Sussumo Hirata, zona sul de São Paulo. Era hora da chegada das atletas da Seleção Feminina de Handebol de Camarões à quadra da escola onde a coordenadora do projeto Gisleine Mello, a Gika, dá aulas para cerca de 180 crianças. “Eu uso o handebol como ferramenta, porque nós trabalhamos o ser humano. Se ele entende as regras do esporte, ele vai entender as regras da vida. São muitas crianças, mas o resultado é totalmente positivo”, contou Gika.


A programação após o treino da manhã, incluiu um treino com a ajuda das camaronesas e da comissão técnica da equipe, que desceu para a quadra e mostrou a maneira correta de executar alguns movimentos de finta e arremesso.


Depois, teve apresentação de Hip Hop e leitura de poema pela Semana da Consciência Negra pelos alunos da escola. Tudo feito para homenagear as camaronesas. Ariane, de 14 anos, uma das alunas de dança, disse que ficou nervosa antes da apresentação. “Meu coração ficou super acelerado, porque são pessoas famosas vindo te ver... Adorei!”


Mas o nervosismo acabou esquecido quando as atletas, que gostam muito de dançar e cantar, puxaram o coro e apresentaram o ritmo de Camarões para os alunos. Ninguém conseguiu ficar parado!


“Foi muito bom, misturou handebol, com música e com dança. É importante ter alegria, sinceridade e respeito. Não pode haver falsidade”, ensinou Chiara, de apenas 12 anos e muita convicção de que quer ser uma atleta profissional e chegar à seleção brasileira.


“Essas crianças desacreditam em muita coisa. E como eu uso a ferramenta handebol eu vendo sonho. Eles estando próximos de alguém da seleção, eles vão acreditar que um dia eles também podem ser (da seleção). Isso facilita o meu trabalho, as crianças vão ter isso para a vida toda. Isso não morre aqui, isso começa aqui”, comemorou Gika.


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