• Andréa Rodrigues

Internacional investe em preparação de atletas para a base


Projeto Genoma Colorado tem 350 núcleos pelo Brasil e já revelou nomes como Valdívia, Sasha e Alisson.


Celeiro de ases, o clube do povo do Rio Grande do Sul. E porque não também do Brasil, já que é por todo o país que o Sport Clube Internacional procura talentos em todas as categorias e prepara atletas para serem utilizados na base do clube. O projeto Genoma Colorado iniciou em 26 de maio de 2002 e já revelou nomes como Valdívia, Eduardo Sasha e Alisson.


Elpídio Braga, coordenador geral do Genoma Colorado. (foto André Pereira / Tchê Esportes)

“Somos um ‘braço’ para as categorias de base. Nosso projeto trabalha com esporte e cidadania. Todas as crianças e jovens inscritos no projeto precisam estar na escola e terem boas notas”, explica Elpídio Braga, coordenador geral do Genoma Colorado, em entrevista exclusiva à reportagem da Tchê Esportes.


Sede do Projeto Genoma. (foto André Pereira / Tchê Esportes)

Ao todo são 350 núcleos espalhados por quase todos os estados brasileiros e mais de 85 mil atletas cadastrados do Pré-mirim ao Junior. Somente o Espírito Santo ainda não tem uma unidade do Genoma Colorado. A sede do projeto está localizada em uma sala anexa ao Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Cada núcleo tem autonomia de trabalho e conta com um preparador físico registrado no Conselho Regional de Educação Física (CREF). Os atletas são observados constantemente por profissionais designados pelo Internacional e há campeonatos entre os núcleos, além da participação em competições externas. “Os treinadores de cada núcleo ficam uma semana na base do Inter para saber o que é feito, como é feito, porque é feito”, diz Elpídio Braga.


Núcleo Inter Norte do Projeto Genoma Colorado em Porto Alegre/RS. (foto André Pereira / Tchê Esportes)

Uma das promessas saídas do projeto é o jogador Rogerinho, que começou no núcleo de Diamantino, em Mato Grosso, com 9 anos e hoje, aos 17 anos, integra a Seleção Brasileira da sua categoria. Antes de fazer parte de um núcleo do Genoma Colorado, cada atleta é convidado a participar de quatro treinamentos.

Se o técnico achar que o jogador tem o perfil desejado pelo clube, ele fica no núcleo. Os pais que têm condições pagam uma mensalidade por pelo menos três treinos semanais. Quem não tem condições participa de forma gratuita. “(Jogador) bom a gente tem um monte. Não pode ser bom, tem que ter o diferencial”, decreta Braga.

Na próxima reportagem você vai saber como é o treinamento dentro de um núcleo do projeto Genoma Colorado.


Projeto Genoma Colorado em Porto Alegre/RS. (foto André Pereira / Tchê Esportes)


Treino em Núcleo do Projeto Genoma Colorado em Porto Alegre/RS. (foto André Pereira / Tchê Esportes)

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