• Andréa Rodrigues

Palavra do Técnico – Para Tatá e SB, elencos mostraram força


Técnicos do Taubaté e da Metodista avaliam partida da final do Super Paulistão Masculino de Handebol


A partida final do Super Paulistão Masculino de Handebol entre Metodista e Taubaté foi disputada entre as duas melhores equipes da fase de classificação. Mas os dois elencos são bastante diferentes: Taubaté tem jogadores que formam a base da Seleção Brasileira e a Metodista um elenco jovem e renovado liderado pelo experiente Diogo Hubner.

Apesar disso, os dois times mostraram muita força e fizeram partidas de igual para igual. Nesse sábado (17/10) no ginásio do Baetão, em São Bernardo do Campo (SP), Taubaté levou o título ao vencer por 26 a 22. Os técnicos Marcus Tatá, do Taubaté, e José Ronaldo do Nascimento, o SB, da Metodista conversaram sobre a final da competição e seus elencos com a reportagem da Tchê Esportes.

Marcus Tatá – Taubaté


Confiança

“Qualquer campeonato que Taubaté entra pra jogar, entra pra ganhar. Ninguém pensa diferente. E eu conheço e eu sabia da capacidade nossa, que nós íamos ganhar esse campeonato. Como os outros times também acharam. É uma coisa normal pra quem tem grandes equipes, grande tradição.”

Título

“O título é conseqüência de um trabalho de oito, nove anos e que veio coroado nos últimos três anos com campanhas fortes, com contratação de atletas sim, mas com a manutenção do grupo que começou seis anos atrás. Tem 70% desse grupo ainda e nós falávamos: o dia que a gente chegar, a gente ganha.”

Investimento

“Faltava esse título no currículo pra gente e eu acredito que a gente não para por aí, a gente vai crescer cada vez mais. Taubaté não é inimigo de ninguém, é adversário, veio pra somar. Acabaram várias equipes e poucas surgiram. Nós viemos aqui, montamos a equipe, essa estrutura pra ajudar o handebol. Acredito que Taubaté vai continuar a ser muito forte. A gente tem muito apoio e muito carinho da cidade.”

Final

“A gente sabe que tem um elenco um pouco tecnicamente superior. Lá (em Taubaté) o time achou que ganhava e que tinha que ganhar de bastante (gols). Não... tínhamos que nos preocupar em fazer um jogo bom, pra depois ganhar, pra depois ganhar de mais. E eles confundiram isso lá. Isso foi conversado, foi acertado e por isso que hoje a postura foi diferente.”

José Ronaldo do Nascimento (SB) – Metodista


Equipe

“A equipe foi crescendo durante o campeonato, fizemos jogos muito bons contra times que eram totalmente favoritas, tivemos uma evolução muito grande apesar de algumas contusões e saída de jogador pra Europa. A equipe ainda se manteve forte, conseguimos sair em primeiro lugar na fase classificatória, foi muito importante pra decidir aqui em casa. Eu volto a falar no desgaste dos meus jogadores. A diferença do nível técnico deles, somando todo o plantel é muito grande, mas eu estou feliz pelo vice-campeonato. Pra mim é uma vitória, porque desde o ano passado a gente acreditou numa renovação, que estamos dando continuidade nesse ano.”

Renovação

“Nós acreditamos em renovar a equipe, nós trouxemos esse ano algumas peças, principalmente o Diogo (Hubner). O Diogo é um líder tanto fora quanto dentro da quadra. Trouxemos mais o Matheuzinho e o Cauê, que encaixaram muito bem na equipe. Tanto que eles são os destaques do time nesse ano.”

Final

“Fizemos um jogo até melhor que esse lá em Taubaté. Tivemos chance de sair com um empate, ou quem sabe com uma vitória, mas é do jogo. O Maik pegou umas bolas muito importantes lá em Taubaté. Hoje não conseguimos entrar muito bem, tanto que eles abriram alguns gols já no início do jogo e a gente teve dificuldade de superar a defesa deles. O segundo tempo deu uma equilibrada.”

Finalizações

“O Maik num dia inspirado hoje pegou muita bola um contra o goleiro. A gente pecou em finalização, principalmente contra o Maik e isso faz a diferença. Contra equipes desse nível a gente não pode vacilar, deixar de fazer um gol que teoricamente seria fácil e levar uma transição. Acho que isso foi a diferença do primeiro jogo para o jogo de hoje.”

Vinícius

“Nós tivemos dificuldade somente de superar a defesa deles e um pouco de dificuldade de marcar o Vinícius, pivô de Seleção Brasileira, muito experiente, atleta que eu posso falar que foi cria minha porque ele chegou aqui no cadete. Então essa eu acho que foi mesmo a diferença, tivemos um pouco de dificuldade de superar, eles vieram mais compactos.”



Tchê Esportes. Handebol em Primeira Mão!

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