• Andréa Rodrigues

“Foi um jogo de nível internacional”, diz presidente da FPHb


Celso Gabriel avalia partida entre Pinheiros e Metodista pelo Super Paulistão Masculino de Handebol. Paulo Moratore, ex-atleta olímpico e diretor da FPHb, comenta.


Celso Gabriel, presidente da FPHb, entrega o prêmio ao "Destaque do Jogo". (foto André Pereira / Tchê Esportes)

A partida realizada na noite dessa quinta-feira (20/ago) entre Esporte Clube Pinheiros e Metodista já pode ser considerada um dos melhores jogos do Super Paulistão Masculino de Handebol. Essa é a opinião do presidente da Federação Paulista de Handebol (FPHb), Celso Gabriel.


Celso Gabriel, presidente da FPHb. (foto André Pereira / Tchê Esportes)

“Esse jogo demonstra a força do handebol de São Paulo. Duas grandes equipes, um jogo com alternâncias de resultado, até o final não sabíamos quem ia ganhar. E por sorte terminou empatado, porque se formos pensar friamente sobre o jogo nenhum dos dois merecia ganhar nem merecia perder. Foi um jogo excelente, de nível internacional”, avalia Gabriel para a reportagem da Tchê Esportes.

O diretor de TI da FPHb e ex-atleta olímpico Paulo Moratore também assistiu ao confronto entre as equipes e fez uma avaliação técnica da partida. Para ele, Pinheiros conseguiu o empate porque tiveram coragem de ir para o tudo ou nada, mesmo perdendo por três bolas a poucos minutos do final.


Paulo Moratore, diretor de TI da FPHb. (foto André Pereira / Tchê Esportes)

“Acho que esse empate o Pinheiros tirou da cartola! Porque com três gols de diferença, faltando três minutos... sinceramente aí acho que a Metodista pecou, porque o jogo estava na mão. Eles conseguiram reverter com a defesa muito agressiva e tiveram a inteligência de arriscar, porque senão tinham perdido o jogo”, analisa Moratore.

O diretor da Federação também comentou à Tchê Esportes as táticas usadas pelos técnicos José Ronaldo, o SB, da Metodista, e Sérgio Hortelan, do Pinheiros. “No início a defesa aberta da Metodista favoreceu muito ao Pinheiros. Acho que o SB e o Helinho demoraram muito para parar o jogo, porque fizeram 9 a 4 muito rapidamente. A partir do momento da leitura da partida em que eles mudaram a defesa, o jogo mudou completamente. Pra se ter uma ideia, eles ficaram oito ataques sem fazer um gol. No segundo tempo a experiência, principalmente do Diogo, contou muito. Acho que aí foi o Hortelan demorou muito pra marcar o Diogo e o Jeison, porque se marcasse os dois acho que o jogo voltava novamente para o Pinheiros.”

Celso Gabriel ainda comentou a rivalidade entre as duas equipes, que fizeram um grande clássico no ginásio poliesportivo do Pinheiros.


Celso Gabriel, presidente da FPHb. (foto André Pereira / Tchê Esportes)

“Aqui são dois dos maiores clubes que na década passada fizeram história. Espero que essa rivalidade continue por muito tempo. Hoje nós temos outros clubes, como Taubaté, São José, Hebraica, São Caetano... Mas esse jogo foi espetacular.”



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