• Andréa Rodrigues

Palavra do Técnico: Carlone e Volponi comentam “briga” por invencibilidade


Técnicos falam do jogo entre Metodista e São José, que chegaram na última rodada do primeiro turno como as últimas invictas do Super Paulistão Feminino de Handebol.


Eduardo Carloni (Metodista) e Márcio Volponi (São José), técnicos. (foto André Pereira / Tchê Esportes)

O Instituto Buzzo Sport/São José é agora a única invicta do Super Paulistão Feminino de Handebol. A equipe do Vale do Paraíba derrotou a Metodista/São Bernardo na noite dessa quinta-feira (25/jun) no ginásio do Baetão, em São Bernardo do Campo (SP).

Os técnicos Márcio Volponi, de São José, e Eduardo Carloni, da Metodista, falaram com a Tchê Esportes sobre a partida.

MÁRCIO VOLPONI – São José


Márcio Volponti, técnico do São José. (foto André Pereira / Tchê Esportes)

A invencibilidade

“Que bom que fomos nós que ficamos invictos. Mas tem um campeonato inteiro, tem muita água pra passar pela ponte... Mas é importante terminar o primeiro turno bem, forte. A gente tem aí uma gordurinha pra queimar no segundo turno, que é importante também.”

O jogo

“A partida foi muito bacana, um jogo bonito, é claro que muito disputado. O nível da equipe da Metodista é muito alto, é muito grande. E a gente conseguiu anular bem a situação ofensiva delas com uma boa defesa, em alguns momentos elas tiveram dificuldade de entrar na nossa defesa. Com paciência, com tranquilidade abriu um pouquinho o placar e deu pra administrar, foi maravilhoso.

EDUARDO CARLONI - Metodista


Eduardo Carloni, técnico da Metodista. (foto André Pereira / Tchê Esportes)

O jogo

“São José jogou bem, foi um belo jogo deles, não voou querer tirar o mérito da equipe, que foi muito bem na defesa e no ataque. E o meu time não foi bem no ataque, principalmente no primeiro tempo. Igual ao outro jogo contra Santo André fizemos nove gols só. (Perdemos) Muitas bolas cara a cara, isso faz o time adversário crescer. Então acho que pecamos no ataque. No segundo tempo, além do ataque a defesa também começou a pecar. Então tive que fazer uma defesa mais agressiva, 4+2, que sobra mais espaço. Ainda conseguimos tirar uns dois gols aqui no fim, terminou três (bolas de vantagem). Vamos para a próxima.”

O Ataque

“O que a gente propôs nos treinos, que era desdobramento pra uma defesa aberta a gente conseguiu fazer. Eu não tenho a estatística agora, mas no mínimo umas dez finalizações de defesa da goleira, um contra a goleira, num time que quer ganhar jogo não dá pra perder tanto assim. Foram três da ponta direita, 7 metros perdido... então a gente precisa melhorar nas finalizações. Já pecamos contra Santo André nesse aspecto e hoje de novo.”


Tchê Esportes

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