• Andréa Rodrigues

Palavra do Técnico – Não dá pra desprezar o jogo pelo placar, diz Hortelan


Técnico de Pinheiros falou sobre a boa vitória contra o 15 de Piracicaba pelo placar de 43 a 25 pelo Super Paulistão Masculino de Handebol.


Sérgio Hortelan, técnico do Pinheiros. (foto André Pereira / Tchê Arquivos)

Sérgio Hortelan, técnico do Esporte Clube Pinheiros, não quer que sua equipe desperdice nenhum jogo, nenhum lance, mesmo que a vantagem no jogo seja superior a 10 gols. Ele falou à Tchê Esportes sobre a partida vencida por 43 a 25 contra o 15 de Piracicaba e a necessidade de não relaxar durante a disputa. Também explicou o motivo do cartão amarelo que recebeu no fim do primeiro tempo. Confira:

O jogo e o placar elástico

“Nossa necessidade é muito grande de jogar, então não dá pra desprezar o jogo pela questão do placar. A gente tem que aproveitar o máximo possível dos jogos pra poder até ter uma identidade da equipe. E um jogo desse, em que a outra equipe também valoriza muito o jogo, porque mesmo com o placar que abria um pouquinho... no final do primeiro tempo ainda diminuiu pra 7 gols, mas o jogo inteiro foi no mesmo ritmo, eles e a gente, independente do placar.

Foi um jogo intenso dos dois lados, isso é muito importante, muito legal um time pré-disposto a jogar o jogo inteiro, querendo fazer gol, querendo marcar. É o nosso esporte, tem a nossa cara, né?”

O primeiro tempo

“O problema do primeiro tempo é você se adequar ao jogo, perceber o que o adversário quer, como ele quer jogar, o que acontece. E a gente foi muito bem, tentando jogar o jogo até os 20min. De repente a gente perdeu um pouquinho o controle do jogo, uma exclusão, uma situação de erros de defesa e a gente acabou perdendo o controle do jogo no finalzinho do primeiro tempo.”

O segundo tempo

“Ao contrário do primeiro tempo a gente controlou melhor o jogo. A gente percebeu como era o adversário e aí o time já se acomodou mais, já entendeu como era pra jogar. Isso no jogo é muito bom, é muito importante, a equipe saber o que fazer.”

O cartão amarelo


Termina o primeiro tempo. Hotelan conversa com Nilson, árbitro do jogo. (foto Andre Pereira)

“A gente tenta se policiar bastante até pra não reclamar, porque várias situações são difíceis pro árbitro, né? Num jogo que está dez gols de diferença você tenta não reclamar. Então teve uma ação, uma única ação no jogo, que o menino deles exagerou, segurou no contato e fez um bloqueio faltoso, foi muito grave, foi muito claro. E aí você comenta com o árbitro, não está nem reclamando, “olha, ele segurou”, e ele não aceita. Não existe na regra que você não pode falar com o árbitro. E cada árbitro permite uma coisa diferente. Às vezes quando você não entende o jogo você pergunta pro árbitro, a comunicação pode existir. E eu não fui grosseiro, só perguntei: ‘não foi falta?’”

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