• Andréa Rodrigues

Palavra do Técnico - Estaremos melhor nos próximos jogos, diz Monica


Monica Neves, do CEPE Santos/Fupes, conta que ficou satisfeita com time apesar da derrota e que equipe não está fechada.


O CEPE Santos estreou nessa quinta-feira (23/abr) no Super Paulistão Feminino de Handebol contra a invicta equipe do Esporte Clube Pinheiros (ECP). Após um início equilibrado, o time da baixada deixou de cumprir algumas orientações táticas importantes e a diferença no placar entre as duas equipes aumentou. O time saiu de São Paulo vencido por 27 a 21, mas a técnica Monica Neves disse à Tchê Esportes que ficou satisfeita com o time apesar da derrota. E trouxe mais uma boa notícia para os torcedores: a equipe não está fechada.

Veja a seguir os principais trechos da entrevista com a técnica santista.

A estreia:


Monica Neves, técnica do CEPE Santos/FUPES (foto André Pereira / Tchê Esportes)

“É o nosso primeiro jogo ainda e assim que elas (Pinheiros) perceberam algumas falhas que ainda precisam ser corrigidas, que precisam ser treinadas, elas imediatamente se aproveitaram disso um bom tempo, o que deu uma vantagem no placar. E a gente demorou muito para fazer um feedback (avaliação) do que estava acontecendo. Mas eu hoje vou sair daqui tranquila por ser realmente o primeiro jogo. São erros que a gente não pode cometer. Esse nosso feedback tem que ser muito mais rápido, delas lá dentro (da quadra) tanto ofensivo quanto defensivo e aproveitar melhor as oportunidades que a gente tem mais facilidade de vencer o adversário. Mas são esses detalhezinhos, foi só o primeiro jogo, treinamos pouco. Agora a gente vai assistir o vídeo lá (em Santos), tentar corrigir, tentar melhorar, porque na quarta-feira já tem outro combate que é muito importante pra gente.”

Ansiedade na estreia e “teimosia”:


“Às vezes a gente ‘canta’ (o que vai acontecer), somos adversários do Pinheiros há muito tempo e sabemos a maneira como eles se comportam. Eu mesma assisti alguns vídeos antigos e tinham muitas das oportunidades que eu tinha cantado pra elas e estavam insistindo ou resistindo ao que estava sendo falado. Mas mesmo assim, depois de muito tempo, quando elas assimilaram isso a gente conseguiu subir um pouquinho no placar e não o deixou tão diferente. Foi uma realidade mais próxima do jogo, não ia ser tão justo assim um placar elástico dentro do que a gente apresentou hoje. Com certeza, a ansiedade do primeiro jogo – eu fui atleta e sei que a gente fica um pouquinho mais ansioso –, a gente viajou hoje, e mesmo sendo um campeonato adulto não tem como fugir disso. Com certeza nos próximos jogos vamos estar melhor preparadas".

Os reforços Ananda, Tamires e Lili:


“Foi uma surpresa positiva pra mim". Monica referindo-se as atletas contratadas. (foto André Pereira)

“Foi uma surpresa positiva pra mim. Exatamente as peças que vieram eram realmente as carências que nós tínhamos no ano passado (2014). Nós não tínhamos uma pivô de ofício, uma canhota com a qualidade e a experiência que tem a Ananda e só enriqueceu o trabalho. Você ter opções pra conseguir dentro de uma partida se modificar, assim como foi o caso hoje. A gente tinha uma limitação enorme no ano passado e hoje é fantástico, meninas que jogaram Liga Nacional, são meninas super experientes, além de qualidade técnica. Só enriquece o trabalho.”

Tchê Esportes. Handebol em Primeira Mão!

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