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Palavra do Técnico – Saiba quais foram as estratégias de Pira e ACH


Treinadores falam sobre o confronto ganho de virada pela ACH por 26 a 25 no Super Paulistão Feminino de Handebol.


Jaqueline Oliveira (ACH) e José Batista (15 de Piracicaba), técnicos

Foi uma partida com momentos distintos para as equipes de 15 de Piracicaba e da Associação Campineira de Handebol (ACH). As donas da casa impuseram forte marcação às Águias de Campinas e dominaram quase toda a partida. O primeiro tempo terminou com cinco bolas de vantagem para as piracicabanas, mas nos últimos dez minutos do jogo elas não conseguiram segurar a vantagem. Com um time mais experiente e apostando em uma equipe multidisciplinar para dar suporte às atletas, a ACH segurou a ansiedade e conseguiu mudar a pressão de lado.

Saiba quais foram as estratégias adotadas pelos técnicos das duas equipes e o que não funcionou bem taticamente.

Jaqueline Alves de Oliveira – ACH


Palavra do Técnico - Jaqueline Alves de Oliveira, técnica do ACH (foto André Pereira / Tchê Esportes)

“ A gente tem um trabalho com a psicóloga, a Daniela, que vem fazendo um trabalho muito forte com as meninas, mental, de autocontrole, de ter um pouco mais o foco. E senti que elas ficaram um pouco ansiosas no primeiro tempo, não encaixou, nosso bloqueio defensivo não saiu, erramos sete metros, e essa ansiedade cresceu. E eu voltei com elas nesse trabalho mental que a gente faz já há um ano e meio, pra elas acharem novamente essa concentração e paciência. Paciência pra gente tirar gol a gol. Falei que a gente não estava se superando na defesa, que tinha que arrumar primeiro a nossa defesa pra empatar esse jogo e aí sim, a gente conseguir deslanchar. Pecamos muito em finalização e isso demorou um pouco mais pra gente achar essa vitória.”

José Batista – 15 de Piracicaba


Palavra do Técnico - José Batista, técnico do 15 Pira (foto André Pereira / Tchê Esportes)

“A gente teve uma dificuldade na ofensividade delas com duas pivôs. Acabou tendo uma desobediência tática das jogadoras, que eu pedi pra dobrar na pivô, ficar um pouco mais na defesa e elas acabaram flutuando, facilitando o passe pra pivô. Que era o que elas queriam: trabalhar, trabalhar bola e soltar a bola na pivô. E a gente acabou facilitando isso pra elas. Então eu acho que perdemos nesse ponto aí. E no segundo tempo, como as minhas meninas são todas meninas novas – juvenil, primeiro ano de junior – elas não têm experiência suficiente pra segurar uma bola, pra trabalhar um pouco mais, pra definir com mais tempo, com mais qualidade e aí acabam perdendo alguns ataques cruciais, que definem a partida.”

Tchê Esportes. Handebol em Primeira Mão!

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